Na luxação do cotovelo da criança que se reduziu espontaneamente, o sinal do coxim gorduroso pode estar ausente porque
- o derrame é pequeno.
- o cotovelo está fletido.
- a cápsula está rompida.
- o sangramento é subperiosteal.
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Conceito-chave
O sinal do coxim depende de a cápsula conseguir conter o derrame. Com a cápsula íntegra, o líquido distende a articulação, eleva o coxim anterior e faz o posterior sair da fossa do olécrano. Na luxação que se reduz espontaneamente, a cápsula pode estar rompida: o líquido não fica contido da mesma forma e o sinal pode faltar apesar de uma lesão relevante.
Assim, ausência de coxim deslocado não exclui luxação prévia nem fratura associada. Há outras limitações: derrames pequenos podem deslocar só o anterior; extensão do cotovelo e sangramento subperiosteal de fratura extra-articular podem produzir aparência positiva sem o mecanismo habitual. A leitura precisa combinar posição, integridade capsular e contexto clínico.
Por que esta questão foi criada. A questão ensina por que um sinal indireto negativo não exclui uma lesão quando o mecanismo que o produz foi interrompido.
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