Na fratura desviada para dorsal da metáfise distal do rádio da criança que não reduz com manobra fechada, a estrutura geralmente interposta é o
- periósteo volar ou o pronador quadrado.
- tendão do braquiorradial.
- periósteo dorsal ou os tendões extensores.
- nervo mediano ou os tendões flexores.
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Conceito-chave
No desvio dorsal irredutível, a interposição habitual é periósteo volar ou pronador quadrado. A fratura rompe o envelope periosteal de um lado e mantém uma manga no outro. O tecido do lado rompido pode entrar no foco e criar um obstáculo que não desaparece com mais força de tração.
Com fragmento distal dorsal, o periósteo dorsal costuma permanecer íntegro e o volar romper. O resumo descreve o periósteo volar como o interposto mais frequente e o pronador quadrado como outro bloqueio. Tendões flexores e estruturas neurovasculares podem estar envolvidos raramente, o que exige atenção, mas não muda a resposta de maior frequência.
No deslocamento volar o mapa se inverte: periósteo dorsal ou extensores. Confundir o lado do fragmento com o lado rompido leva a escolher justamente o tecido oposto. Repetir tentativas fechadas pode aumentar edema e dificultar ainda mais a redução.
O lado do tecido preso é explicado pela ruptura periosteal. Na baioneta dorsal, a manga dorsal permanece conectada, enquanto a volar se rompe e pode dobrar para dentro do foco. O pronador quadrado também está no plano volar e pode participar do bloqueio. A ponta óssea não deixa de encontrar esse tecido apenas porque se aplica mais tração.
O resumo descreve que, na exposição volar, o pronador quadrado é levantado da borda radial para a ulnar e então se identifica o periósteo volar, retirado cuidadosamente da interposição. Esse encadeamento explica por que a alternativa junta periósteo e músculo: não são nomes aleatórios, mas estruturas relacionadas ao mesmo lado da lesão.
Irredutível e instável exigem perguntas diferentes. Irredutível é a fratura que não alcança alinhamento aceitável com a manobra, podendo ter um obstáculo no foco. Instável é a que reduz, mas não mantém a posição. Uma precisa de investigação do bloqueio; a outra, de decidir como manter o alinhamento. Fios ou um gesso mais longo não removem automaticamente uma interposição que impediu a redução.
Leia a tabela “Fratura irredutível do rádio distal da criança”, na Biblioteca. Construa o mapa antes de decidir qual estrutura precisa ser procurada.
Por que esta questão foi criada. O TARO 2021 cobrou a interposição no deslocamento volar. Este simulado pede o padrão dorsal, para testar se o aluno entende a inversão e não apenas decorou o nome de um tendão.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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