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Questão de Fraturas do antebraço e punho na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaFraturas do antebraço e punho na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na fratura desviada para dorsal da metáfise distal do rádio da criança que não reduz com manobra fechada, a estrutura geralmente interposta é o

  1. periósteo volar ou o pronador quadrado.
  2. tendão do braquiorradial.
  3. periósteo dorsal ou os tendões extensores.
  4. nervo mediano ou os tendões flexores.
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Gabarito: A · periósteo volar ou o pronador quadrado.

Conceito-chave

No desvio dorsal irredutível, a interposição habitual é periósteo volar ou pronador quadrado. A fratura rompe o envelope periosteal de um lado e mantém uma manga no outro. O tecido do lado rompido pode entrar no foco e criar um obstáculo que não desaparece com mais força de tração.

Com fragmento distal dorsal, o periósteo dorsal costuma permanecer íntegro e o volar romper. O resumo descreve o periósteo volar como o interposto mais frequente e o pronador quadrado como outro bloqueio. Tendões flexores e estruturas neurovasculares podem estar envolvidos raramente, o que exige atenção, mas não muda a resposta de maior frequência.

No deslocamento volar o mapa se inverte: periósteo dorsal ou extensores. Confundir o lado do fragmento com o lado rompido leva a escolher justamente o tecido oposto. Repetir tentativas fechadas pode aumentar edema e dificultar ainda mais a redução.

O lado do tecido preso é explicado pela ruptura periosteal. Na baioneta dorsal, a manga dorsal permanece conectada, enquanto a volar se rompe e pode dobrar para dentro do foco. O pronador quadrado também está no plano volar e pode participar do bloqueio. A ponta óssea não deixa de encontrar esse tecido apenas porque se aplica mais tração.

O resumo descreve que, na exposição volar, o pronador quadrado é levantado da borda radial para a ulnar e então se identifica o periósteo volar, retirado cuidadosamente da interposição. Esse encadeamento explica por que a alternativa junta periósteo e músculo: não são nomes aleatórios, mas estruturas relacionadas ao mesmo lado da lesão.

Irredutível e instável exigem perguntas diferentes. Irredutível é a fratura que não alcança alinhamento aceitável com a manobra, podendo ter um obstáculo no foco. Instável é a que reduz, mas não mantém a posição. Uma precisa de investigação do bloqueio; a outra, de decidir como manter o alinhamento. Fios ou um gesso mais longo não removem automaticamente uma interposição que impediu a redução.

Leia a tabela “Fratura irredutível do rádio distal da criança”, na Biblioteca. Construa o mapa antes de decidir qual estrutura precisa ser procurada.

Por que esta questão foi criada. O TARO 2021 cobrou a interposição no deslocamento volar. Este simulado pede o padrão dorsal, para testar se o aluno entende a inversão e não apenas decorou o nome de um tendão.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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