Na fratura em toro da metáfise distal do rádio da criança, o mecanismo e o tratamento recomendado são, respectivamente,
- tensão volar; gesso axilopalmar por 6 semanas.
- tensão volar; tala removível por 3 semanas.
- compressão axial; gesso axilopalmar por 6 semanas.
- compressão axial; tala removível por 3 semanas.
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Conceito-chave
Toro é uma falha por compressão axial, intrinsecamente estável, tratada no resumo com tala removível por três semanas. A cortical abaula na região metafisária, sem o padrão de instabilidade da fratura completa ou do galho verde.
O periósteo permanece íntegro e a estabilidade permite uma proteção mais simples. Os ensaios sintetizados encontraram consolidação com gesso e tala, com vantagem funcional precoce da tala em parte das comparações. O método apresentado pelos autores é tala removível, e a consolidação costuma ocorrer em três a quatro semanas.
Não se deve estender essa conduta a toda fratura distal infantil. Galho verde tem uma cortical rompida e a outra deformada, sendo mais instável; fratura completa pode perder comprimento e posição. Confirmar que o padrão é realmente toro vem antes de simplificar a imobilização.
Leia “Os padrões metafisários” e “Toro”, na Biblioteca. Compare mecanismo e estabilidade antes de escolher a proteção.
Por que esta questão foi criada. O tratamento simples do toro é apoiado por ensaios e contrasta com a imobilização maior de fraturas instáveis. O simulado testa essa distinção útil para evitar tratamento excessivo ou insuficiente.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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