A sinostose radioulnar pós-traumática da criança, quanto à localização mais frequente e ao implante a que se associa no pós-operatório, é, respectivamente,
- proximal e haste elástica.
- proximal e placa.
- diafisária e haste elástica.
- diafisária e placa.
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Conceito-chave
Na criança, a sinostose pós-traumática é mais frequentemente diafisária e, no pós-operatório, associa-se sobretudo à placa. A ponte entre rádio e ulna impede a rotação que depende do movimento relativo dos dois ossos. O resumo a classifica predominantemente como tipo II de Vince e Miller.
Fatores associados incluem alta energia, fraturas do colo radial, cirurgia e uso de uma incisão para os dois ossos. A sinostose pós-operatória aparece quase exclusivamente com placa nas séries sintetizadas, mas isso não significa que toda placa cause a complicação nem que uma haste elimine todo risco.
Separar as incisões evita comunicação dos hematomas e faz parte da prevenção. Se a ponte já se formou, o tratamento considera maturação, posição em que o antebraço ficou preso e função. O resumo discute ressecção após seis a doze meses e não estabelece papel definido de anti-inflamatório ou radioterapia na criança.
Leia “Sinostose radioulnar”, na Biblioteca. Compare localização, fatores de risco e prevenção, mantendo separados os dados pediátricos e os de adulto.
Por que esta questão foi criada. O TARO 2012 cobrou a associação com trauma de alta energia. Este simulado acrescenta a localização e o implante predominantes nas séries pediátricas do capítulo, sem extrapolar a frequência adulta.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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