Na fratura diafisária do antebraço da criança, as complicações mais comuns a curto e a longo prazo são, respectivamente,
- perda da redução e rigidez.
- perda da redução e refratura.
- refratura e consolidação viciosa.
- síndrome compartimental e rigidez.
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Conceito-chave
A perda da redução lidera as complicações de curto prazo; rigidez é o principal problema de longo prazo na diáfise do antebraço. Separar esses tempos evita escolher uma complicação por sua gravidade ou por ser característica do segmento.
No início, o resumo apresenta perda de redução em 10% a 25%, concentrada sobretudo nas duas primeiras semanas. Gesso sem molde adequado, redução inicial insuficiente e fratura proximal aumentam a preocupação. Radiografias e reação a um pequeno desvio permitem corrigir a trajetória antes de consolidar em posição ruim.
Tardiamente, a perda de pronação é quase duas vezes mais frequente que a de supinação. A rigidez pode exceder o que o desvio ósseo explica, inclusive com radiografia aparentemente normal, por alterações de partes moles. Portanto, alinhamento e função não são medidas idênticas de resultado.
Leia “Perda da redução e rigidez”, na Biblioteca. Relacione seguimento inicial ao alinhamento e avaliação tardia ao arco funcional, sem usar frequência de uma fase para responder sobre outra.
Por que esta questão foi criada. A banca já perguntou complicação mais frequente do antebraço. O simulado delimita diáfise e momento do seguimento, evitando misturar o desfecho tardio com o evento inicial.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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