Na haste intramedular elástica do antebraço da criança, para diminuir o risco de síndrome compartimental, os autores recomendam converter para redução aberta limitada quando a haste não cruza o foco após cerca de
- 5 a 10 minutos.
- 20 a 30 minutos.
- 45 a 60 minutos.
- 90 a 120 minutos.
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Conceito-chave
Após cerca de 20 a 30 minutos sem conseguir atravessar o foco com a haste, os autores recomendam redução aberta limitada. O objetivo é evitar que repetidas tentativas fechadas acrescentem agressão, edema e risco de síndrome compartimental.
A falha de progressão pode decorrer de uma ponta que abriu um sulco ou de dificuldade de alinhar as extremidades. O resumo descreve recuar, rodar e tentar novamente, ou usar um fio como calçadeira. Essas manobras têm lugar, mas não autorizam insistência indefinida quando a haste não cruza.
O número é um marco técnico de conversão, não o tempo de tolerância à isquemia. Se surgirem sinais preocupantes, a avaliação compartimental não espera o relógio. Na criança, aumento de analgesia, ansiedade e agitação merecem atenção; uma redução aparentemente aceitável não exclui uma complicação em evolução.
Leia “Entradas e técnica dos autores” e “Síndrome compartimental”, na Biblioteca. Distinguir tentativa útil de repetição traumática é parte da segurança da fixação.
Por que esta questão foi criada. O resumo apresenta um limite concreto para interromper tentativas fechadas. É um ponto com chance de cobrança porque liga uma decisão operatória a uma complicação grave e prevenível.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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