Na refratura diafisária do antebraço da criança, o intervalo médio após a fratura inicial e o local mais comum são, respectivamente,
- 3 meses e junção do calo com o osso normal.
- 3 meses e foco da fratura original.
- 6 meses e junção do calo com o osso normal.
- 6 meses e foco da fratura original.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A refratura ocorre em média seis meses depois e passa mais frequentemente pelo foco original. O intervalo médio não significa que só esse mês seja perigoso: o resumo orienta avisar que o risco pode persistir por seis a doze meses.
A diáfise do antebraço consolida mais lentamente que metáfise e fise distais. No galho verde, a cortical encurvada pode produzir pouco calo e dar uma impressão de cura antes de recuperar resistência. Isso explica por que o problema não fica restrito ao período inicial no gesso.
O trajeto depende do estágio de consolidação e pode envolver foco e osso íntegro. Ainda assim, a maioria das refraturas apresentadas atravessa o próprio foco, em vez de a junção entre calo e osso normal. Acompanhamento e proteção devem considerar a consolidação das quatro corticais e a lucência residual.
Leia “Refratura”, na Biblioteca. Relacione tempo médio, distribuição real e recuperação mecânica para orientar retorno às atividades.
Por que esta questão foi criada. O TARO 2007 cruzou intervalo e localização de refratura. O simulado usa os dados da nona edição e impede transportar automaticamente uma média de três meses de uma referência anterior.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo