Os limites de angulação aceitos pelos autores na fratura diafisária do antebraço de meninas com menos de 8 anos e meninos com menos de 10 anos, nos terços distal, médio e proximal, são, respectivamente,
- 10, 15 e 20 graus.
- 15, 10 e 5 graus.
- 20, 15 e 10 graus.
- 30, 20 e 10 graus.
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Conceito-chave
Os limites apresentados pelos autores são 20, 15 e 10 graus, do terço distal ao proximal. A ordem reflete o maior potencial de correção perto da fise distal e a menor capacidade de remodelação proximal. Não é apenas uma sequência numérica para memorizar.
O enunciado delimita a população: meninas com menos de oito anos e meninos com menos de dez. Próximo da maturidade, o crescimento restante diminui e os critérios ficam mais restritos; com menos de dois anos de crescimento, os autores recomendam critérios de adulto.
Angulação é apenas uma das deformidades. Translação, encurtamento e rotação devem ser avaliados separadamente. O resumo descreve translação total aceitável com menos de 1 cm de encurtamento nesse contexto e ressalta a dificuldade de medir malrotação, que não deve ser tratada como se tivesse a mesma correção de um ângulo próximo da fise.
Leia “Limites de angulação e remodelação”, na Biblioteca. Associe cada limite à altura do traço e ao crescimento restante antes de escolher tratamento fechado.
Por que esta questão foi criada. A banca já cobrou a menor remodelação proximal. O simulado transforma esse princípio nos limites por nível e idade descritos pelos autores, mantendo claro a quem eles se aplicam.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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