Na fratura isolada da diáfise da ulna da criança por trauma direto, a lesão associada a ser excluída e a estrutura a examinar na radiografia são, respectivamente,
- MONTEGGIA e cabeça do rádio.
- MONTEGGIA e radioulnar distal.
- GALEAZZI e cabeça do rádio.
- GALEAZZI e radioulnar distal.
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Conceito-chave
Fratura isolada da ulna exige conferir a cabeça do rádio para excluir Monteggia. Um golpe direto pode causar a fratura do cassetete sem lesão articular associada, mas essa possibilidade não permite declarar o padrão isolado antes de olhar o cotovelo.
O resumo alerta para lesões de um osso só porque a articulação radioulnar proximal ou distal pode estar comprometida. Ulna fraturada com cabeça radial luxada corresponde à preocupação de Monteggia; rádio isolado exige atenção à radioulnar distal, na pesquisa de Galeazzi. O osso que tem o traço e a articulação associada precisam ser relacionados corretamente.
Radiografias do antebraço devem incluir punho e cotovelo, com incidências dedicadas quando há suspeita. Não basta a diáfise da ulna estar bem mostrada se a cabeça radial ficou fora da imagem ou não foi avaliada. Na criança, até uma ulna apenas encurvada pode esconder a lesão proximal.
Leia “Fratura de um osso só: cassetete, Blount e a Monteggia perdida”, na Biblioteca. Antes de chamar uma fratura de isolada, procure a lesão associada que mudaria sua interpretação.
Por que esta questão foi criada. O risco de Monteggia perdida transforma uma verificação simples em ponto de segurança. A questão testa o par lesão/articulação a pesquisar, em vez de apenas repetir a definição da fratura do cassetete.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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