Na deformidade plástica do antebraço, VORLAT e DE BOECK recomendam redução quando a deformidade clinicamente significativa e a idade da criança são, respectivamente, maiores que
- 10 graus e 4 anos.
- 20 graus e 4 anos.
- 10 graus e 6 anos.
- 20 graus e 6 anos.
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Conceito-chave
Vorlat e De Boeck recomendam maior esforço de redução acima de 10 graus em crianças com mais de seis anos. O enunciado especifica esses autores porque existem critérios históricos distintos. O resumo relata remodelação incompleta em três de onze crianças acompanhadas, que tinham sete a dez anos na lesão.
A deformidade plástica remodela menos do que outras fraturas e pode deixar limitação funcional ou dificultar reduzir o outro osso. Por isso ausência de traço não significa que basta aguardar crescimento. Idade, magnitude e repercussão clínica precisam ser consideradas juntas.
O critério não é uma obrigação de operar. A técnica descrita é redução fechada sob anestesia ou sedação profunda, com força gradual sobre fulcro e gesso moldado. O objetivo é melhorar uma deformidade clinicamente significativa, sem confundir indicar redução com indicar implante.
Leia “Quando e como corrigir”, na Biblioteca. Confira qual autor foi perguntado antes de memorizar um número retirado de outra edição ou prova.
Por que esta questão foi criada. O TARO 2012 usou outro par de idade e ângulo. Este simulado explicita os autores e fixa o critério que o resumo da nona edição efetivamente apresenta.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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