Na deformidade plástica traumática do antebraço da criança, o padrão clínico mais comum é a
- curvatura do rádio e da ulna, sem fratura.
- curvatura do rádio com fratura da ulna.
- curvatura da ulna com luxação da cabeça do rádio.
- curvatura da ulna com fratura típica do rádio.
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Conceito-chave
O padrão clínico mais comum é ulna plasticamente deformada com fratura típica do rádio. A deformidade plástica mantém a continuidade cortical visível, mas a força ultrapassou o limite elástico e deixou microfraturas distribuídas. O osso não retorna espontaneamente ao eixo apenas porque não há uma linha de fratura.
A ulna curvada pode impedir que o rádio volte ao comprimento e alinhamento. Isso transforma o exame dos dois ossos em uma necessidade, mesmo quando só um apresenta um traço evidente. Também se deve conferir a cabeça do rádio, pois uma ulna encurvada pode acompanhar Monteggia não reconhecida.
O resumo mostra que os dois ossos podem encurvar e que outras combinações existem. A pergunta, entretanto, solicita o padrão mais comum, e não qualquer apresentação possível. Essa distinção evita eleger uma lesão associada grave como resposta só porque ela merece ser procurada.
Leia “Deformidade plástica” e os avisos sobre a Monteggia perdida, na Biblioteca. Avalie curvatura, outro osso e articulações no mesmo exame.
Por que esta questão foi criada. O TARO 2013 perguntou o osso mais frequente. O simulado amplia o mesmo ponto para o padrão combinado, útil para não tratar uma fratura radial e ignorar a ulna encurvada.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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