Sobre as fraturas supracondilianas do úmero distal da criança
- o desvio póstero-lateral coloca o nervo ulnar em risco.
- o tipo III de GARTLAND é de tratamento cirúrgico eletivo.
- o desvio póstero-medial coloca o nervo mediano em risco.
- para avaliar a presença de fratura utiliza-se a linha umeral anterior e o ângulo de BAUMANN.
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Conceito-chave
A supracondiliana deve ser avaliada pelo alinhamento e pelas partes moles. No perfil verdadeiro, a linha umeral anterior deve cruzar o capítulo, com variações normais por idade. No AP, Baumann compara eixo ou sua perpendicular, conforme a convenção, com a fise lateral; é preciso manter a mesma construção na interpretação. Esses parâmetros ajudam a reconhecer perda do alinhamento distal.
A direção do fragmento distal também prevê o risco: posteromedial ameaça o radial; posterolateral, o mediano e a artéria braquial. Quanto ao tempo de cirurgia, uma tipo III perfundida e sem fatores de risco pode aguardar programação breve, por exemplo até a manhã seguinte. Isso não autoriza chamar todo tipo III de eletivo: ausência de pulso, má perfusão, grande edema, ruga e outras lesões exigem tratamento sem atraso.
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