Nas fraturas do úmero proximal na infância, a decisão entre tratamento conservador e cirúrgico, o grau de angulação e desvio aceitável para uma criança de 7 anos são, respectivamente
- 90° / 100%.
- 40-70° / < 50%.
- < 40° / 50-100%.
- 40-70° / 50-100%.
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Conceito-chave
A fise proximal do úmero fornece grande parte do crescimento longitudinal desse osso, e o ombro possui amplitude capaz de compensar parte de uma deformidade residual. Isso explica por que uma criança pequena pode obter excelente função com um desvio que seria inaceitável em um adolescente próximo da maturidade. Idade, crescimento restante e padrão da fratura devem ser considerados juntos.
O gabarito escolhe 40° a 70° de angulação e 50% a 100% de translação para 7 anos. Essas faixas correspondem a uma questão de tolerância pediátrica, não a um consenso único: recomendações publicadas variam. A POSNA apresenta, como exemplo, limites dependentes da idade propostos por Dobbs, com maior tolerância abaixo de 7 anos e menor à medida que o crescimento termina.
Percentual de desvio é translação em relação à largura óssea, não percentual de osso fraturado. Cem por cento significa perda do contato cortical direto nessa projeção. Mesmo com grande potencial de remodelação, lesão aberta, comprometimento neurovascular, irredução por interposição ou instabilidade relevante mudam a decisão. A faixa aceita não dispensa examinar nem acompanhar o alinhamento.
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