As fraturas da tíbia proximal do tipo SALTER HARRIS II costumam acontecer sob mecanismo de
- varo.
- valgo.
- flexão.
- extensão.
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Conceito-chave
Salter-Harris II atravessa a fise e sai pela metáfise, deixando um fragmento metafisário ligado à epífise. A cartilagem articular não é atravessada pelo traço como nos tipos III e IV. Na tíbia proximal, ligamentos e estruturas adjacentes distribuem forças de maneira particular; a fíbula proximal oferece contenção lateral, e uma força em valgo pode abrir o lado medial e lesar a região fisária.
A resposta oficial identifica valgo como o mecanismo clássico cobrado. Isso não exclui hiperextensão nem outros mecanismos em séries de fraturas fisárias proximais. É necessário distinguir uma pergunta específica sobre o padrão II de uma distribuição global que inclui espinha tibial, tuberosidade, metáfise e lesões intra-articulares.
A proximidade da artéria poplítea torna obrigatória a avaliação vascular antes e depois da redução. Devem-se procurar síndrome compartimental e acompanhar crescimento, porque uma fratura aparentemente extra-articular ainda pode produzir barra fisária, discrepância ou deformidade angular. O mecanismo orienta a leitura e a redução, mas não substitui os exames.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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