Nas fraturas supracondilianas do úmero de crianças Gartland 3, em que há ausência de pulso associada à lesão do nervo mediano, a conduta mais adequada é:
- Observação por 10 a 15 minutos antes de qualquer decisão.
- Retirar os fios e realizar exploração arterial se o pulso não retornar rapidamente.
- Realizar Doppler arterial.
- Realizar exploração arterial imediatamente.
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Conceito-chave
Na fratura supracondiliana muito desviada, artéria braquial e nervo mediano podem sofrer contusão, tração ou aprisionamento. A associação de ausência de pulso com déficit mediano aumenta a preocupação com esse feixe, mas pulso e perfusão não são sinônimos. A mão pode permanecer rosada e quente por circulação colateral mesmo sem pulso palpável.
A avaliação deve informar cor, temperatura, enchimento capilar, dor, função neurológica e resposta à redução. A conduta inicial habitual é redução urgente e estabilização, seguidas de reavaliação. Isquemia persistente após redução exige exploração; uma mão bem perfundida sem pulso permanece controversa. O material assinala exploração imediata, porém não informa se a redução já ocorreu nem se há isquemia.
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