Em crianças com fratura da região proximal do fêmur, segundo a classificação de DELBET, a maior incidência de osteonecrose da cabeça femoral ocorre no tipo:
- I.
- II.
- III.
- IV.
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Conceito-chave
A classificação de Delbet organiza as fraturas proximais do fêmur infantil pela localização. Tipo I é transepifisária; II, transcervical; III, cervicotrocantérica; IV, intertrocantérica. A proximidade e a relação da linha de fratura com a cabeça femoral influenciam o risco de comprometer sua vascularização.
Na criança, a circulação epifisária depende fortemente dos vasos que chegam pela região retinacular, e uma separação transepifisária pode ameaçá-los diretamente. O tipo I apresenta o maior risco de osteonecrose, especialmente quando associado a luxação. O tipo II também tem risco relevante, mas não é o máximo da comparação.
É necessário distinguir frequência de fratura e frequência de complicação. Uma pergunta sobre qual tipo é mais comum pode ter outra resposta, enquanto esta pergunta procura onde a osteonecrose é mais incidente. Meta-análises mostram um gradiente maior nos tipos proximais, mas taxas variam com população, desvio e características da lesão. Não é adequado ensinar uma porcentagem única como destino obrigatório de toda criança com o mesmo tipo.
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