A refratura dos ossos do antebraço em crianças é mais comum no sexo:
- Feminino, após fraturas completas.
- Masculino, após fraturas completas.
- Feminino, após fraturas do tipo galho verde.
- Masculino, após fraturas do tipo galho verde.
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Conceito-chave
O par mais associado é sexo masculino e fratura inicial em galho verde. O resumo apresenta predomínio masculino de três para um e destaca o galho verde entre os padrões que precedem a refratura. São associações de frequência, sem significar que meninas ou fraturas completas estejam livres do problema.
A vulnerabilidade do galho verde vem da cortical que encurvou e produz pouco calo. A imagem pode sugerir cura antes de a resistência ser suficiente, especialmente na diáfise, que consolida mais devagar que metáfise e fise distais. O retorno à atividade deve depender da consolidação, não apenas da dor ter desaparecido.
A refratura costuma atravessar o foco original e pode ocorrer meses após a lesão; a média citada é seis meses. A proteção removível depois do gesso e a confirmação das quatro corticais ajudam a reduzir o risco durante a recuperação mecânica.
Leia “Refratura” na Biblioteca e compare sexo, padrão e momento da consolidação. O achado epidemiológico deve reforçar orientação e proteção, sem gerar falsa tranquilidade nos grupos menos frequentes.
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