Em crianças, a complicação mais comum da fratura da extremidade do rádio é:
- Refratura.
- Pseudoartrose
- Consolidação viciosa.
- Síndrome compartimental.
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Conceito-chave
Entre as opções, consolidação viciosa é a complicação mais comum das fraturas distais do rádio na criança. Um caminho frequente é obter uma redução satisfatória e perder parte dela no gesso. O resumo informa redesvio em 20% a 30%, sobretudo nas primeiras semanas, tornando o seguimento parte do tratamento.
Perda de redução e consolidação viciosa não são sinônimos. A primeira é a mudança de posição durante o acompanhamento; a segunda é o osso consolidado com deformidade residual. Reconhecer a primeira permite intervir quando necessário antes do desfecho, considerando idade, nível e tipo de deformidade.
Muitas deformidades distais remodelam se há crescimento suficiente. Portanto, consolidação viciosa inicial não significa automaticamente perda funcional definitiva ou indicação imediata de osteotomia. O plano de observação deve separar angulação sagital favorável à remodelação de malrotação e desvio articular, que não recebem a mesma tolerância.
Leia “Perda de redução e consolidação viciosa”, na Biblioteca. Relacione a frequência do redesvio à necessidade de controle, sem transformar toda imagem imperfeita em cirurgia.
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