Nas crianças, a complicação tardia mais comum da fratura diafisária isolada da tíbia é a deformidade em:
- Varo.
- Valgo.
- Antecurvo.
- Retrocurvo.
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Conceito-chave
Uma fratura isolada da diáfise tibial mantém a fíbula íntegra. Esse osso preservado funciona como um suporte lateral e modifica a forma como as forças musculares e a carga atuam sobre a tíbia. O padrão resultante tem tendência ao desvio em varo, isto é, angulação medial do segmento distal no plano frontal.
Quando tíbia e fíbula fraturam, a mecânica muda e pode surgir tendência ao valgo. Essa distinção ajuda a escolher a moldagem do gesso e a interpretar a perda de redução. Não significa que toda fratura isolada evoluirá com deformidade: é uma tendência biomecânica que precisa ser controlada pelo tratamento.
A pergunta também exige separar a fratura diafisária da fratura metafisária proximal da tíbia. Esta última é associada classicamente ao valgo tardio, fenômeno de Cozen, por um processo diferente. Confundir localização da fratura com a direção de deformidade é o principal risco. Radiografias durante o seguimento e avaliação de alinhamento são essenciais, pois remodelação pediátrica não corrige qualquer desvio com a mesma eficiência.
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