Nas fraturas diafisárias do fêmur em crianças de 6 meses a 5 anos de idade, com menos de 2 cm de encurtamento, é recomendado tratamento com:
- Aparelho de Pavlik.
- Haste intramedular flexível.
- Placa bloqueada de pequenos fragmentos.
- Aparelho gessado imediato ou tração seguida de aparelho gessado.
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Conceito-chave
De seis meses a cinco anos, uma fratura diafisária isolada do fêmur com menos de 2 cm de encurtamento costuma ser tratada sem fixação interna. O gesso pelvipodálico imediato é a opção típica do pré-escolar; a tabela do capítulo também inclui tração seguida de gesso nessa fase da infância (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 25, O tratamento pela idade).
A escolha precisa considerar mais que a idade. Edema maciço da coxa e lesões associadas que impeçam o gesso mudam o plano. A estabilidade também importa: na telescopagem de Thompson, compressão axial suave que produza mais de 3 cm de encurtamento indica tração em vez de gesso imediato. Não se deve confundir esse teste dinâmico com a medida inicial menor que 2 cm fornecida na questão.
O gesso exige acompanhamento do alinhamento e cuidados da família com transporte, pele e higiene. Essas dificuldades são reais, mas não tornam placa ou haste a primeira opção de toda criança pequena. O resumo reserva fixação interna ou externa como exceção abaixo dos quatro anos quando os resultados conservadores são equivalentes.
Pavlik é a preferência do lactente com menos de seis meses; hastes flexíveis ganham protagonismo na idade escolar. A fronteira etária não funciona como uma troca automática no aniversário, mas a combinação específica de idade e pequeno encurtamento torna o tratamento gessado a melhor resposta entre as opções.
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