As fraturas de TILLAUX são decorrentes do fechamento assimétrico sequencial das regiões da fise distal da tíbia, que acontece na seguinte ordem:
- Central, lateral e medial.
- Central, medial e lateral.
- Medial, central e lateral.
- Medial, lateral e central.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A fise distal da tíbia não fecha toda ao mesmo tempo. Durante a transição para a maturidade, o fechamento começa centralmente, progride pelas regiões mediais e termina lateralmente. A alternativa da prova resume as subdivisões anteromedial e posteromedial em uma única região medial.
Enquanto a porção medial já está fechada, a anterolateral permanece vulnerável. Uma força de rotação externa aplicada ao pé tensiona o ligamento tibiofibular anteroinferior e pode avulsionar sua inserção tibial, produzindo a fratura de Tillaux juvenil. A linha atravessa a epífise e a parte ainda aberta da fise: trata-se de uma lesão intra-articular Salter-Harris III.
Esse mecanismo explica por que a lesão é típica da adolescência e por que não deve ser memorizada apenas como um nome de fratura. A tomografia ajuda a avaliar a superfície articular e o deslocamento. O pouco crescimento remanescente não elimina a necessidade de restaurar a congruência da articulação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo