A pronação dolorosa, ocorre mais comumente com antebraço em
- supinação e extensão.
- pronação e extensão.
- supinação e flexão.
- pronação e flexão.
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Conceito-chave
A questão pede a posição no mecanismo habitual de produção da lesão. Uma tração longitudinal aplicada ao membro, com cotovelo estendido e antebraço pronado, pode fazer o ligamento anular deslizar para proximal sobre a cabeça do rádio e ficar interposto na radiocapitelar. É a combinação de tração e posição, no contexto da criança pequena, que organiza o raciocínio.
A pronação tem uma explicação geométrica: apresenta ao ligamento uma borda lateral da cabeça radial estreita e arredondada. Na supinação, essa borda é larga e quadrada, dificultando a passagem. A vulnerabilidade da membrana subanular e das inserções distais na primeira infância completa a explicação; com o amadurecimento, elas resistem melhor à lesão.
Não misture três momentos: produzir a lesão por tração, observar a postura protegida da criança e executar uma redução. A extensão pertence ao mecanismo típico; a postura ao exame é descrita com o membro junto ao corpo e antebraço pronado. Já supinação com flexão é uma técnica terapêutica, e hiperpronação controlada é a primeira preferida pelos autores. O nome de um movimento, sozinho, não informa se ele está lesando ou tratando.
Na Biblioteca, leia “O mecanismo e a anatomia da pronação” e compare com “Redução: hiperpronação primeiro”. Relacionar a forma da cabeça radial com esses momentos evita escolher uma posição de tratamento como se fosse o mecanismo traumático mais comum.
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