Na fratura diafisária de fêmur obliqua longa instável, em uma criança de 7 anos o tratamento de escolha é
- haste intramedular flexível (TENS).
- gesso inguinopédico.
- haste intramedular rígida com entrada pela fossa piriforme.
- placa submuscular em ponte.
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Conceito-chave
A idade de sete anos sugere hastes flexíveis em muitas fraturas do fêmur, mas o enunciado acrescenta o dado que muda a decisão: oblíqua longa instável. O traço longo pode deslizar e encurtar; falta estabilidade no comprimento. O capítulo separa a oblíqua curta e a transversa, estáveis, da oblíqua longa e da cominuta, instáveis (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 25, Epidemiologia e diagnóstico).
Hastes elásticas são uma fixação flexível, com pré-tensão e calo abundante, adequada especialmente à fratura estável da diáfise média. Não se deve esperar delas o mesmo controle de comprimento de uma construção mais estável só porque a idade está na faixa ideal.
A placa submuscular em ponte é indicada justamente nas fraturas instáveis no comprimento na idade escolar. Ela conecta os segmentos principais e preserva a irrigação dos fragmentos, com obtenção do comprimento antes dos parafusos. Essa relação entre padrão e método sustenta a escolha, sem precisar atribuir uma falha inevitável a toda haste flexível.
O gesso é predominante na criança menor, e uma haste rígida de entrada piriforme introduziria um risco diferente e evitável à cabeça femoral. A resposta resulta da combinação entre idade e estabilidade, não de uma regra de que toda criança de sete anos recebe o mesmo implante.
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