Criança de 7 anos de idade apresentou fratura da diáfise do fêmur em espiral, e a opção da equipe médica foi pelo tratamento conservador com gesso, pelvi podálico. Os desvios aceitáveis depois do tratamento realizado são:
- varo de 10 graus, anterior de 20 graus e encurtamento de 25 mm;
- valgo de 15 graus, anterior de 20 graus e encurtamento de 20 mm;
- varo de 20 graus, anterior de 15 graus e encurtamento de 20 mm;
- valgo de 20 graus, anterior de 10 graus e encurtamento de 10 mm;
- varo de 10 graus, anterior de 15 graus e encurtamento de 15 mm.
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Conceito-chave
A criança tem sete anos: a linha que deve ser aplicada é a de 6 a 10 anos da Tabela 25-2, com até 10 graus de varo ou valgo, 15 graus de angulação anterior ou posterior e 15 mm de encurtamento. É necessário conferir os três parâmetros, não reconhecer apenas um número familiar (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 25, A tabela de angulação aceitável).
Os limites traduzem a capacidade de remodelação na idade e em cada plano. O plano sagital admite mais angulação que o coronal porque a remodelação é melhor no plano de movimento das articulações vizinhas. Por isso, 15 graus anteriores não autorizam aceitar os mesmos 15 graus de varo ou valgo nessa idade.
O encurtamento é medido em milímetros nessa tabela. Quinze milímetros correspondem a 1,5 cm; não devem ser confundidos com 15 graus nem com os 20 mm aceitos na linha de 2 a 5 anos. O crescimento pode compensar parte da discrepância, mas não apaga os limites específicos da faixa etária.
O enunciado já informa a decisão pelo gesso. A pergunta não pede escolher a melhor fixação para toda fratura espiral, e sim avaliar o alinhamento aceitável depois do tratamento conservador realizado. A resposta correta deve permanecer dentro da linha de sete anos em todos os itens.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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