Na fratura do terço distal dos ossos do antebraço na criança, a complicação mais frequente é a
- refratura.
- pseudoartrose.
- consolidação viciosa.
- distúrbio do crescimento.
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Conceito-chave
No terço distal do antebraço infantil, a resposta é consolidação viciosa. O resumo descreve perda de redução frequente após redução fechada e gesso; quando o desvio permanece até a união, produz consolidação com deformidade. Essa sequência explica a escolha melhor que a simples memorização de uma lista.
O controle radiográfico nas primeiras duas a três semanas procura identificar o redesvio enquanto ainda é possível corrigir a conduta. Qualidade do molde, desvio inicial e estabilidade importam. Na região distal, o crescimento pode corrigir muitos desvios, mas não torna equivalentes deformidade sagital, malrotação e degrau articular.
A questão fala da complicação mais frequente, não da mais grave nem da que mais exige investigação etiológica. Uma fise que parou de crescer pode ter consequências importantes; uma pseudartrose pode apontar doença subjacente; nenhuma dessas condições passa a liderar a frequência apenas por suas consequências.
Leia as seções de redesvio e remodelação na Biblioteca. Diferencie a complicação radiográfica inicial do resultado funcional depois do crescimento.
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