Na luxação do cotovelo da criança, as imagens a seguir demonstram a lesão mais frequentemente associada, que é a fratura

- da tróclea.
- do capítulo.
- do epicôndilo lateral.
- do epicôndilo medial.
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Conceito-chave
O que as imagens mostram. No AP, a seta aponta um pequeno fragmento ósseo arredondado no lado medial da articulação, abaixo do úmero distal e fora do lugar onde o epicôndilo medial deveria estar. No perfil, o mesmo fragmento aparece entre o úmero e a ulna. É o epicôndilo medial avulsionado e deslocado para dentro da articulação, o desfecho de uma luxação do cotovelo.
Por que é a fratura que mais acompanha a luxação. O epicôndilo medial é uma apófise de tração onde nascem o colateral ulnar e a massa flexopronadora. Na luxação, o valgo tensiona essas estruturas, e na criança o ponto fraco é a apófise, não o ligamento. O Rockwood and Wilkins (9ª ed., cap. 15) mostra que a luxação raramente vem sozinha: na série de Murphy, com 145 luxações pediátricas, 80% tinham fratura, 60% delas do epicôndilo medial; em outras séries, ele responde por cerca de 55% das fraturas associadas. Vista do outro lado, quase 60% das fraturas do epicôndilo medial vêm com luxação.
A consequência prática. Depois de toda redução de luxação, é preciso localizar o epicôndilo medial na radiografia de controle. Se ele não está no lugar, pode estar encarcerado na articulação, como nas imagens, e o encarceramento é indicação de cirurgia.
Na prova: luxação do cotovelo da criança + fratura associada = epicôndilo medial. Coronoide e colo do rádio vêm depois; côndilo lateral, capítulo e tróclea são menos frequentes.
A tabela das fraturas associadas, no resumo de luxação do cotovelo e epicôndilo medial, mostra a ordem de frequência.
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