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Questão de Fraturas do antebraço e punho na criança (TARO 2006)

Ortopedia pediátricaFraturas do antebraço e punho na criançaTARO 2006

As fraturas diafisárias dos ossos do antebraço em crianças têm menor potencial de remodelação quanto mais proximal for a lesão.

  1. Certo
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Gabarito: –

Conceito-chave

A afirmação é verdadeira: na diáfise do antebraço infantil, quanto mais proximal a lesão, menor o potencial de remodelação. A correção pelo crescimento depende da proximidade das fises e do crescimento restante. O rádio distal cresce muito mais que a região proximal, favorecendo correção perto do punho.

O resumo descreve reorientação da epífise distal, crescimento em comprimento e aposição/reabsorção óssea. Esses mecanismos corrigem bem deformidades subfisárias e menos as diafisárias médias ou proximais. Criança pequena tem maior capacidade corretiva, mas idade baixa não anula o efeito da localização.

Os limites dos autores tornam a relação prática: para meninas abaixo de oito e meninos abaixo de dez anos, cerca de 20 graus no distal, 15 no médio e 10 no proximal. Esses valores têm população e contexto definidos; não devem ser estendidos a adolescentes próximos da maturidade nem a toda malrotação.

Leia “Como a criança remodela” e “Os limites dos autores”, na Biblioteca. Compare local e idade antes de aceitar um desvio residual. A resposta desta questão é bibliográfica.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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