As fraturas diafisárias dos ossos do antebraço em crianças têm menor potencial de remodelação quanto mais proximal for a lesão.
- Certo
- Errado
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A afirmação é verdadeira: na diáfise do antebraço infantil, quanto mais proximal a lesão, menor o potencial de remodelação. A correção pelo crescimento depende da proximidade das fises e do crescimento restante. O rádio distal cresce muito mais que a região proximal, favorecendo correção perto do punho.
O resumo descreve reorientação da epífise distal, crescimento em comprimento e aposição/reabsorção óssea. Esses mecanismos corrigem bem deformidades subfisárias e menos as diafisárias médias ou proximais. Criança pequena tem maior capacidade corretiva, mas idade baixa não anula o efeito da localização.
Os limites dos autores tornam a relação prática: para meninas abaixo de oito e meninos abaixo de dez anos, cerca de 20 graus no distal, 15 no médio e 10 no proximal. Esses valores têm população e contexto definidos; não devem ser estendidos a adolescentes próximos da maturidade nem a toda malrotação.
Leia “Como a criança remodela” e “Os limites dos autores”, na Biblioteca. Compare local e idade antes de aceitar um desvio residual. A resposta desta questão é bibliográfica.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo