No tratamento não cirúrgico das fraturas da diáfise dos ossos do antebraço em crianças, o restabelecimento do arco de movimento de 50 graus de pronação a 50 graus de supinação não é aceitável.
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Conceito-chave
Cinquenta graus de pronação e cinquenta de supinação são um arco funcional mínimo clássico, não o arco normal nem o objetivo ideal para toda criança. A frase da questão diz que esse resultado “não é aceitável”, sem qualificar atividade, sintomas ou crescimento. A resposta bibliográfica B rejeita esse veto absoluto, mas não transforma um mínimo funcional em resultado excelente.
Morrey descreveu esse arco para atividades habituais. O resumo ressalta limitações da referência e cita tarefas atuais que podem exigir cerca de 75 graus de pronação e 90 de supinação. Uma criança pode conseguir várias atividades com 50/50 e ainda encontrar restrições em outras. Avaliar apenas se ultrapassou o mínimo pode subestimar uma perda relevante para sua rotina.
A compensação também é assimétrica: parte da falta de pronação pode ser compensada pela abdução do ombro, com custo de esforço; a supinação perdida não tem compensação tão fácil. Por isso, duas pessoas com a mesma soma total de movimento podem ter limitações diferentes conforme qual direção foi perdida.
| Conceito | O que significa |
|---|---|
| Mínimo funcional clássico | Movimento suficiente para um conjunto de tarefas estudadas |
| Movimento normal | Arco fisiológico mais amplo, não definido pelo mínimo |
| Resultado aceitável no indivíduo | Depende de dor, tarefas, direção da perda e evolução |
Leia “Por que tratar: o que a deformidade custa”, na Biblioteca. Use o arco funcional como referência de avaliação, sem o confundir com autorização para aceitar qualquer perda residual.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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