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Questão de Lesões fisárias (TARO 2006)

Ortopedia pediátricaLesões fisáriasTARO 2006

O descolamento epifisário distal do fêmur do tipo II de SALTER HARRIS raramente causa seqüelas fisárias definitivas.

  1. Certo
  2. Errado
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Gabarito: –

Conceito-chave

A afirmação parece aplicar ao fêmur distal uma ideia geral de que o tipo II de Salter-Harris seria pouco preocupante para o crescimento. Nesse local, isso é falso. O resumo cita cerca de 58% de distúrbio do crescimento nas fraturas tipo II da metanálise, muito distante de uma sequela que ocorresse raramente (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 26, A complicação principal: o distúrbio do crescimento).

O traço tipo II percorre a fise e sai pela metáfise, mas a geometria ondulada da fise distal do fêmur pode fazer a lesão atingir regiões germinativas. As cristas também podem sofrer dano durante a redução. Por isso, restaurar a anatomia com pouco trauma é necessário, mas não elimina o risco de parada.

A consequência depende do que deixa de crescer. Uma parada parcial pode gerar angulação; uma parada completa, encurtamento; as duas alterações podem coexistir. Como essa fise responde por grande parte do crescimento do fêmur, o acompanhamento precisa ir além da radiografia de consolidação.

O número da metanálise não prevê o destino exato de uma criança, pois idade, desvio e crescimento restante também importam. Ele é suficiente, contudo, para rejeitar a palavra raramente. A questão está sem gabarito oficial no acervo: a resposta provável pela fonte é Errado, sem transformá-la em letra oficial da banca.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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