O descolamento epifisário na falange distal da mão provoca deformidade em flexão da interfalângica distal, como no dedo em martelo.
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Conceito-chave
Na fratura de Seymour, tecido do leito ungueal pode ficar interposto no foco da lesão fisária da falange distal. A criança apresenta uma fratura na região proximal da falange distal com lesão do leito e deslocamento da base da unha em relação à prega. Essa comunicação torna a lesão exposta, mesmo quando o ferimento parece pequeno.
A matriz germinativa é tecido ungueal responsável pela formação da unha, e não a placa ungueal dura já formada. O tecido lacerado entra no foco e bloqueia a redução. As forças do extensor terminal e do flexor profundo também contribuem para a instabilidade dos fragmentos, mas não são a estrutura interposta típica cobrada.
No resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45, o tratamento descrito inclui retirar o tecido interposto, reduzir, estabilizar quando necessário, reparar o leito e recolocar a unha sob a prega. O objetivo é tratar a exposição e permitir alinhamento e cicatrização, em vez de simplesmente acomodar a deformidade numa tala.
Leia “Fratura epifisária (Seymour)”, na seção da falange distal do resumo da Biblioteca, e compare com martelo ósseo e avulsão do flexor profundo.
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