Na amputação em esqueleto imaturo, o crescimento ósseo por aposição no coto é mais frequente quando decorrente de
- tumor maligno.
- lesão traumática.
- malformação vascular.
- deformidade congênita.
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Conceito-chave
Supercrescimento ósseo terminal no coto de amputação infantil. É a complicação mais comum das amputações através da diáfise em crianças com esqueleto imaturo. O osso cresce na extremidade do coto por aposição (formação periosteal), e não pela fise, produzindo uma ponta óssea afilada que pode perfurar a pele.
Características.
- Ocorre nas amputações transdiafisárias (não nas desarticulações, em que a cartilagem articular protege a extremidade).
- Mais frequente em ossos de crescimento rápido: úmero, fíbula, tíbia e fêmur.
- Mais comum nas amputações adquiridas, especialmente traumáticas, do que nas congênitas e nas tumorais.
- Pico antes dos 12 anos; recidiva frequente até o fim do crescimento.
Quadro. Dor no coto, bursa sobre a ponta óssea, dificuldade de adaptação da prótese, ulceração e exposição óssea.
Prevenção e tratamento.
- Preferir desarticulações em crianças, quando possível, porque preservam a fise distal e evitam o supercrescimento.
- Revisão do coto com ressecção da ponta, muitas vezes repetida.
- Técnicas de capeamento (cap) da extremidade óssea com cartilagem e osso autólogos (por exemplo, da fíbula ou da cabeça do metatarso amputado) ou com materiais sintéticos, que reduzem a recidiva.
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