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Questão de Ossificação e crescimento (TARO 2009)

Ortopedia pediátricaOssificação e crescimentoTARO 2009

Na amputação em esqueleto imaturo, o crescimento ósseo por aposição no coto é mais frequente quando decorrente de

  1. tumor maligno.
  2. lesão traumática.
  3. malformação vascular.
  4. deformidade congênita.
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Gabarito: –

Conceito-chave

Supercrescimento ósseo terminal no coto de amputação infantil. É a complicação mais comum das amputações através da diáfise em crianças com esqueleto imaturo. O osso cresce na extremidade do coto por aposição (formação periosteal), e não pela fise, produzindo uma ponta óssea afilada que pode perfurar a pele.

Características.

  • Ocorre nas amputações transdiafisárias (não nas desarticulações, em que a cartilagem articular protege a extremidade).
  • Mais frequente em ossos de crescimento rápido: úmero, fíbula, tíbia e fêmur.
  • Mais comum nas amputações adquiridas, especialmente traumáticas, do que nas congênitas e nas tumorais.
  • Pico antes dos 12 anos; recidiva frequente até o fim do crescimento.

Quadro. Dor no coto, bursa sobre a ponta óssea, dificuldade de adaptação da prótese, ulceração e exposição óssea.

Prevenção e tratamento.

  • Preferir desarticulações em crianças, quando possível, porque preservam a fise distal e evitam o supercrescimento.
  • Revisão do coto com ressecção da ponta, muitas vezes repetida.
  • Técnicas de capeamento (cap) da extremidade óssea com cartilagem e osso autólogos (por exemplo, da fíbula ou da cabeça do metatarso amputado) ou com materiais sintéticos, que reduzem a recidiva.

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