O fêmur curto congênito, sem ossificação entre a diáfise e a cabeça do fêmur após a maturidade óssea, é classificado por AITKEN como do tipo
- A..
- B.
- C.
- D.
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Conceito-chave
Deficiência femoral focal proximal (DFFP) e a classificação de Aitken. É uma malformação congênita em que o fêmur proximal é hipoplásico ou ausente, resultando em um fêmur curto, frequentemente com deformidade em flexão, abdução e rotação externa do quadril, e com discrepância de membros importante. Associa-se com frequência a hemimelia fibular e a deficiências do LCA.
Classificação de Aitken (pela radiografia na maturidade). Considera a presença da cabeça femoral, do acetábulo e a continuidade entre a cabeça e a diáfise.
| Tipo | Cabeça femoral | Acetábulo | Conexão cabeça-diáfise |
|---|---|---|---|
| A | Presente | Normal | Ossifica na maturidade (pode ficar em varo, com pseudoartrose subtrocantérica que consolida) |
| B | Presente | Adequado ou levemente displásico | Não há conexão óssea na maturidade (pseudoartrose persistente) |
| C | Ausente ou rudimentar | Muito displásico | Sem conexão; fêmur muito curto |
| D | Ausente | Ausente | Fêmur curto e deformado, sem cabeça |
Outras classificações. Gillespie e Torode (agrupam conforme a possibilidade de alongamento), Paley (orientada para a reconstrução).
Tratamento. Depende da discrepância prevista, da estabilidade do quadril e do joelho e do pé:
- Discrepâncias moderadas com quadril estável: alongamentos (técnicas de Paley).
- Discrepâncias grandes: amputação de Syme com prótese, artrodese do joelho, rotacionplastia de Van Nes (o tornozelo, girado 180 graus, passa a funcionar como joelho em uma prótese abaixo do joelho).
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