Na fratura em “galho-verde” do antebraço com desvio dorsal, a cortical anterior do rádio foi submetida a uma força de
- tensão.
- compressão.
- cizalhamento.
- rotação.
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Conceito-chave
No desvio dorsal do fragmento distal, a cortical anterior ou volar sofre tensão. A queda com a mão estendida coloca o punho em extensão; o lado volar é tracionado, enquanto o dorsal recebe compressão. No galho verde, uma cortical rompe e a outra mantém continuidade, embora deformada.
O detalhe é distinguir desvio dorsal de ápice dorsal. Fragmento distal para dorsal corresponde a ápice volar. O ápice é o vértice da angulação, não o lado para onde aponta o fragmento. Trocar essas duas descrições inverte tanto a leitura das forças quanto a manobra de redução.
A rotação pode participar do mecanismo global, mas a pergunta quer o modo de solicitação da cortical anterior. Dizer que houve torção do antebraço não responde se essa cortical estava em tensão ou compressão. O resumo do rádio distal explicita essa distribuição, que não estava detalhada no resumo da diáfise.
Leia “O mecanismo e a regra da rotação”, na Biblioteca. Relacione fragmento, ápice e cortical antes de escolher a força.
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