As placas epifisárias distais do rádio e da ulna contribuem para o crescimento do antebraço em aproximadamente
- 15% a 20%.
- 35% a 40%.
- 55% a 60%.
- 75% a 80%.
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Conceito-chave
As fises distais do rádio e da ulna respondem por cerca de 75% a 80% do crescimento do antebraço. O mesmo resumo informa cerca de 40% do crescimento do membro superior inteiro. Os dois percentuais usam denominadores diferentes e não são alternativas equivalentes.
A contribuição distal elevada ajuda a compreender por que fraturas próximas do punho remodelam mais que fraturas diafisárias proximais. Ainda assim, o potencial depende do crescimento restante e do tipo de deformidade: angulação no plano de movimento remodela melhor, enquanto malrotação não deve ser tratada como se tivesse a mesma correção.
A importância dessas fises também explica a repercussão da parada de uma delas. Se o rádio para e a ulna continua crescendo, surge desequilíbrio relativo no punho; se a ulna para, a deformidade segue outro padrão. Crescimento elevado é uma oportunidade de correção e também uma razão para proteger a cartilagem fisária.
Leia “Ossificação e crescimento” e “Remodelação”, na Biblioteca. Antes de escolher uma porcentagem, identifique se a pergunta se refere ao antebraço ou ao membro superior.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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