Na displasia do desenvolvimento do quadril com índice acetabular de 40º, o valor do ângulo centro- borda de WIBERG esperado é de
- 20º.
- 30º.
- 40º.
- 50º.
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Conceito-chave
Medidas da cobertura acetabular na displasia do quadril. Duas medidas radiográficas complementares avaliam a forma do acetábulo e a cobertura da cabeça femoral.
Índice acetabular (ângulo acetabular).
- Ângulo entre a linha de Hilgenreiner e a linha que vai da cartilagem trirradiada à borda lateral do teto.
- Mede a inclinação do teto.
- Normal: cerca de 27 a 30 graus ao nascimento, caindo para cerca de 20 graus aos 2 anos e menos de 15 graus mais tarde.
- 40 graus é muito aumentado, indicando acetábulo raso e oblíquo (displasia importante).
Ângulo centro-borda de Wiberg (CE).
- Ângulo entre a vertical pelo centro da cabeça femoral e a linha do centro da cabeça à borda lateral do acetábulo.
- Mede a cobertura lateral da cabeça.
- Normal: acima de cerca de 20 graus na criança de 5 a 8 anos e acima de 25 graus no adolescente e no adulto.
- Diminuído na displasia: abaixo de 20 graus (às vezes negativo, quando a cabeça está fora do acetábulo).
Relação entre as medidas. Quanto mais inclinado e raso o teto (índice acetabular alto), menor a cobertura da cabeça (centro-borda baixo). Com um índice de 40 graus, espera-se um centro-borda baixo, em torno de 20 graus ou menos.
Na prática. O centro-borda é pouco confiável antes de cerca de 5 anos, quando o centro da cabeça é difícil de definir. Em crianças pequenas, usa-se mais o índice acetabular; em maiores e adultos, o centro-borda e o índice de Tönnis (inclinação do teto de carga).
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