No descolamento epifisário distal do rádio, a placa epifisária correrá risco se a redução for feita a partir de
- 7 dias.
- 14 dias.
- 21 dias.
- 28 dias.
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Conceito-chave
Depois de sete dias, uma redução fisária forçada aumenta a preocupação com lesão iatrogênica da cartilagem de crescimento. O resumo recomenda redução atraumática precoce e cautela com remanipulação tardia de uma fise que perdeu a posição.
A decisão não é igual à de uma fratura metafisária. Na fise, acrescentar agressão para aperfeiçoar uma radiografia pode elevar o risco de parada de crescimento. Em uma criança com mais de dois anos de crescimento e deformidade extra-articular em extensão menor que 20 graus, a remodelação pode justificar aceitar e acompanhar o desvio.
O capítulo não apresenta um relógio que torne toda manipulação anterior segura e toda posterior proibida. O texto usa sete dias; a tabela de contraindicações cita perda de redução depois de cinco dias da redução inicial. Essa diferença interna reforça o cuidado com a fise tardia e com tentativas repetidas.
Leia “Fise: a redução tardia e a parada do crescimento”, na Biblioteca. Separe tratamento inicial, remanipulação e possibilidade de remodelação antes de agir apenas pelo ângulo residual.
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