Na fratura diafisária do fêmur de adolescente, a fixação intramedular por hastes flexíveis de titânio comparada à haste rígida
- tem maior resistência à flexão.
- causa mais dor.
- predispõe a menor deformidade axial.
- gera menos espasmo muscular.
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Conceito-chave
Fratura diafisária do fêmur no adolescente: haste flexível ou rígida. O tratamento da fratura do fêmur na criança depende da idade e do peso.
| Idade | Tratamento usual |
|---|---|
| Até 6 meses | Suspensório de Pavlik ou tala |
| 6 meses a 5 anos | Gesso pelvipodálico imediato ou após tração |
| 5 a 11 anos | Hastes flexíveis de titânio (TEN), placa submuscular |
| A partir de 11 anos ou acima de cerca de 50 kg | Haste rígida de entrada trocantérica lateral, placa submuscular |
Como funcionam as hastes flexíveis. Duas hastes pré-curvadas, introduzidas pela metáfise distal (medial e lateral), formam um arco dentro do canal e dão estabilidade elástica, com três pontos de apoio cada. Permitem micromovimento, que estimula calo. Funcionam bem em crianças leves e fraturas estáveis.
Por que falham no adolescente pesado. Moroz e colaboradores mostraram que idade acima de 11 anos e peso acima de 49 kg associam-se a mais complicações:
- Desvio angular e encurtamento, porque as hastes não resistem às forças de flexão e de compressão de um fêmur longo e pesado; fraturas cominutivas e instáveis pioram o quadro.
- Dor e irritação na entrada das hastes (joelho), pela migração e proeminência das pontas: é a queixa mais frequente.
- Perda de redução e necessidade de nova cirurgia.
A haste rígida bloqueada de entrada lateral (evitando a fossa piriforme pelo risco de necrose da cabeça) controla melhor o alinhamento e o comprimento e permite carga precoce.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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