Na fratura supracondiliana do úmero em criança, do tipo III de GARTLAND, com ausência do pulso distal, a primeira medida a ser tomada é a
- imobilização do cotovelo em posição neutra.
- arteriografia de urgência.
- redução fechada imediata e fixação.
- redução aberta por acesso anterior.
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Conceito-chave
Na fratura desviada sem pulso, restaurar o alinhamento é o primeiro passo para recuperar o fluxo. A espícula e a tensão de partes moles podem comprometer a braquial; a redução e a fixação costumam melhorar essa relação. O capítulo não recomenda atrasar a redução para obter arteriografia.
A urgência depende da perfusão: mão pálida e mal perfundida exige emergência; mão bem perfundida sem pulso também requer redução e fixação urgentes, com reavaliação. Persistência de má perfusão, piora após reduzir ou sinais associados podem exigir exploração. Ausência de pulso sozinha não significa que toda criança precise de reconstrução arterial antes de alinhar a fratura. Não há chave oficial registrada; a resposta sustentada é C.
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