No descolamento epifisário proximal do úmero, de acordo com a classificação de SALTER-HARRIS, o tipo associado à luxação gleno-umeral é o
- I.
- II.
- III.
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Conceito-chave
Descolamento epifisário proximal do úmero e os tipos de Salter-Harris. A fise proximal do úmero responde por cerca de 80% do crescimento do úmero. Na criança, a fise é mais fraca que a cápsula articular e os ligamentos, por isso o trauma que no adulto luxaria o ombro costuma, na criança, descolar a fise. A luxação glenoumeral é rara antes da adolescência.
Padrões por idade.
| Tipo | Frequência e idade |
|---|---|
| I | Recém-nascidos e lactentes (incluindo trauma de parto) |
| II | O mais comum, em adolescentes, com fragmento metafisário posteromedial |
| III | Raro, traço que entra na articulação pela epífise; associado à luxação glenoumeral |
| IV | Muito raro |
Por que o tipo III se associa à luxação. No tipo III, o traço atravessa a fise e sai pela epífise para dentro da articulação. Esse padrão ocorre quando a cabeça umeral é forçada contra a borda da glenoide durante uma luxação: parte da epífise é cisalhada enquanto a cabeça sai do lugar. Em adolescentes próximos da maturidade, com a fise parcialmente fechada, o mecanismo de luxação pode produzir esse tipo de lesão combinada.
Tratamento.
- Tipos I e II: na grande maioria, conservador, com tipoia, pela enorme capacidade de remodelação; desvios grandes em adolescentes perto do fim do crescimento podem exigir redução e fixação percutânea.
- Tipo III com luxação: redução da luxação e, geralmente, redução aberta e fixação do fragmento epifisário articular (Popkin, Levine e Ahmad).
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