Na fratura em galho verde dos ossos do antebraço da criança, em diferentes níveis e com ápice dorsal, a redução deve ser realizada por meio de
- simples pronação do antebraço.
- simples supinação do antebraço.
- tração com pronação do antebraço.
- tração com supinação do antebraço.
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Conceito-chave
Galho verde com ápice dorsal se reduz por supinação, desfazendo o componente em pronação. Quando rádio e ulna fraturam em níveis diferentes, o resumo destaca um componente rotacional importante; a angulação não deve ser interpretada apenas como uma dobra isolada.
A continuidade parcial do osso transmite forças e permite que uma manobra derrotatória corrija boa parte da angulação. Por isso, neste padrão, a direção da rotação é o dado decisivo. Para ápice volar, a lógica se inverte: mecanismo em supinação e redução em pronação. É necessário ler “ápice”, sem substituí-lo mentalmente pelo lado para onde o fragmento distal se deslocou.
A tração prolongada descrita para certas fraturas completas e encurtadas tem outra finalidade: recuperar comprimento e permitir realinhamento dos segmentos. Ela não deve ser acrescentada como etapa obrigatória a toda redução em galho verde. Isso não significa que nenhuma manipulação complementar possa ser necessária; significa que o mecanismo derrotatório é o que diferencia as alternativas deste caso.
Leia “A regra do ápice” e “Níveis diferentes, mesmo nível”, na Biblioteca. Primeiro identifique qual força precisa ser desfeita; depois julgue se o padrão também exige recuperar comprimento.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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