Na fratura da diáfise femoral na criança, com diâmetro do canal medular de 6 mm, as hastes flexíveis para a osteossíntese devem ter diâmetro de
- 2,0 mm.
- 2,5 mm.
- 3,0 mm.
- 3,5 mm.
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Conceito-chave
Para dimensionar cada haste flexível, o capítulo usa 0,4 vezes o menor diâmetro do canal medular. Com um canal de 6 mm, a conta é 6 × 0,4 = 2,4 mm por haste. Entre as medidas oferecidas, 2,5 mm é a mais próxima desse resultado e corresponde ao gabarito (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 25, técnica das hastes elásticas).
O cálculo trata de diâmetro, não de área de secção. A referência de 40% vale para cada haste; as duas iguais somam cerca de 80% do diâmetro do istmo. Não se deve aplicar os 80% a uma haste só nem dividir o canal em duas metades de 50%.
Esses números fazem parte de uma montagem pré-tensionada. As hastes recebem curvas opostas, com o ápice no foco, para resistir a varo, valgo e torção. O sistema mantém algum movimento favorável à formação de calo, mas não oferece a mesma rigidez de uma fixação rígida.
O resultado matemático é 2,4 mm, e não exatamente 2,5 mm: a alternativa é a aproximação dentre os valores apresentados. O cálculo isolado não escolhe material, não dispensa verificar o canal real e não define a indicação do método, que também depende de idade, peso, localização e estabilidade da fratura.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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