Na fratura do côndilo lateral na criança, é recomendado evitar, no acesso cirúrgico, a dissecção
- distal.
- medial.
- anterior.
- posterior.
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Conceito-chave
A irrigação do fragmento condilar lateral entra por uma pequena área posterior não articular. Grande parte da superfície é coberta por cartilagem ou está dentro da cápsula. Desinserir as partes moles posteriores corta a porta de entrada vascular e pode causar osteonecrose. Por isso, a redução aberta deve preservar essa região.
A via lateral permite expor a articulação mantendo a dissecção anterior. A qualidade da redução deve ser julgada na superfície articular, sobretudo na tróclea, porque a cortical lateral pode apresentar deformação plástica. Expor mais osso não significa reduzir melhor: é preciso obter visão suficiente sem desvascularizar o fragmento. Essa regra continua importante nos casos tardios, quando a mobilização exige ainda mais cuidado.
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