No descolamento epifisário do fêmur distal, segundo a classificação de SALTER-HARRIS, o tipo mais frequentemente encontrado é o
- I.
- II.
- III.
- IV.
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Conceito-chave
O tipo II de Salter-Harris é o mais frequente no descolamento epifisário distal do fêmur, em cerca de 57% dos casos no resumo. Seu traço percorre a fise e sai obliquamente pela metáfise, formando o fragmento de Thurston Holland (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 26, Os tipos de SALTER-HARRIS).
Essa anatomia o diferencia dos outros padrões. O tipo I fica na fise; o III sai pela epífise até a articulação; o IV envolve metáfise, fise e epífise. Reconhecer os segmentos atingidos ajuda a planejar redução e fixação, mas a questão pede qual deles ocorre mais, não qual parece mais complexo.
No fêmur distal, frequência e prognóstico precisam permanecer separados. Ser tipo II não garante evolução benigna: a fise é ondulada, o trauma pode atingir a camada germinativa e o distúrbio do crescimento ocorre também nos tipos I e II. Na metanálise citada, o tipo II apresentou distúrbio do crescimento em cerca de 58%; esse número tem outro denominador e não é sua frequência entre as fraturas.
Assim, 57% é a participação do tipo II entre os padrões descritos; 58% é o risco de distúrbio do crescimento no grupo tipo II da análise citada. Os valores próximos não devem ser trocados nem usados como promessa de prognóstico individual.
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