Na pronação dolorosa, ocorre subluxação
- da articulação radiulnar proximal.
- da articulação capitulorradial.
- do ligamento anular do rádio.
- do ligamento colateral lateral.
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Conceito-chave
O nome popular pode levar à estrutura errada. No “cotovelo da babá”, o que se subluxa é o ligamento anular do rádio. Ele escorrega parcialmente para proximal sobre a cabeça do rádio e fica preso na radiocapitelar. O capítulo ressalta que não é uma verdadeira luxação ou subluxação da cabeça radial.
O ligamento anular está preso à ulna proximal e envolve o colo do rádio. Na criança pequena, suas inserções distais e a membrana subanular ainda podem ceder à tração. Com o cotovelo estendido e o antebraço pronado, a borda lateral estreita e arredondada da cabeça facilita a passagem do ligamento; em supinação, a borda larga e quadrada o segura melhor.
Essa interposição explica o comportamento: a criança protege o braço junto ao corpo, mantém o antebraço pronado e resiste à supinação dolorosa. Não é necessário haver deformidade visível nem derrame. História ou exame atípicos exigem afastar fratura e outras causas antes de manipular.
A redução procura devolver o ligamento à posição. O resumo prefere hiperpronação e usa supinação com flexão como alternativa após dez minutos sem melhora. O fato de a pronação participar tanto do mecanismo como do nome de uma técnica não é contradição: a tração acidental e a manobra controlada são contextos diferentes.
Abra “Pronação dolorosa” na Biblioteca e comece pelo parágrafo de definição, seguido de “O mecanismo e a anatomia da pronação”. Entender qual estrutura se move é mais seguro que memorizar expressões como “subluxação da cabeça do rádio” sem examinar seu significado.
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