Na fratura multifragmentada da diáfise do fêmur de criança de oito anos, pesando 60 kg, o tratamento melhor indicado é
- gesso imediato.
- placa submuscular.
- hastes flexíveis de titânio.
- haste rígida com entrada na fossa piriforme.
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Conceito-chave
A criança tem oito anos, mas dois dados afastam a escolha automática de hastes elásticas: 60 kg e fratura multifragmentada. A idade está na faixa escolar habitual das hastes flexíveis; o peso e a instabilidade no comprimento não estão no perfil ideal. A decisão precisa combinar os três fatores (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 25, As hastes elásticas).
Uma fratura cominuta perde o apoio entre as corticais necessário para manter o comprimento. Como as hastes flexíveis não produzem fixação rígida, a montagem pode não controlar adequadamente uma fratura que encurta sob carga, especialmente em um paciente pesado. O resumo descreve maior probabilidade de mau resultado acima de cerca de 49 kg, sem transformar esse corte em uma explicação isolada de toda falha.
A placa submuscular em ponte é uma indicação expressa para fraturas instáveis no comprimento na idade escolar. A ponte estabiliza os segmentos principais preservando a irrigação dos fragmentos intermediários. O objetivo não é expor e montar cada fragmento da cominuição, mas recuperar comprimento e alinhamento com uma construção apropriada ao padrão (seção Placa submuscular e fixador externo).
Escolher uma haste rígida pela maior robustez sem conferir a entrada seria outro erro. A fossa piriforme ameaça a irrigação da cabeça femoral na criança com fise aberta; peso alto não elimina esse risco anatômico. Entre as opções dadas, a placa submuscular reúne a indicação para o padrão e a faixa etária sem exigir essa entrada perigosa.
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