Na fratura dos ossos do antebraço na criança, a refratura é mais comum na fratura do tipo
- completa.
- galho verde.
- deformidade plástica.
- descolamento epifisário.
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Conceito-chave
O galho verde é o padrão inicial mais associado à refratura do antebraço infantil. Ele pode parecer menos grave por manter parte da continuidade cortical, mas a cortical que só encurvou forma pouco calo e pode aparentar consolidação antes de recuperar resistência suficiente.
A diáfise do antebraço é o local de maior risco de refratura na infância. O resumo informa taxas de 4% a 8%, intervalo médio de seis meses e ocorrência predominante pelo foco original. A consolidação cortical diafisária é mais lenta que a das regiões metafisária e fisária distais, o que ajuda a explicar o risco.
A prevenção exige confirmar consolidação das quatro corticais e desaparecimento da lucência transversa, mantendo proteção conforme a atividade. Aparência clínica confortável ou melhora em uma única incidência não garantem resistência completa. O resumo descreve gesso por seis a oito semanas e proteção removível posterior, individualizada pela consolidação.
Leia “Refratura: o antebraço é o campeão”, na Biblioteca. Procure entender por que continuidade parcial inicial não equivale a recuperação mecânica completa mais precoce.
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