Na fratura da epífise proximal da tíbia fechada com lesão vascular associada, o mecanismo de trauma mais comum é
- o varo.
- o valgo
- a flexão.
- a hiperextensão.
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Conceito-chave
A questão seleciona uma fratura da epífise proximal da tíbia com lesão vascular associada. Nesse subconjunto, a hiperextensão é o mecanismo que mais preocupa: a metáfise se desloca para trás e estira ou rasga a artéria poplítea, que está presa junto à tíbia por septos e ramos e não consegue escapar facilmente (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 27, Vasos, compartimentos e nervo).
Esse detalhe separa a pergunta de outra, sobre o mecanismo mais comum de toda fratura fisária proximal. Forças em valgo e varo também produzem lesões, mas escolher a mais frequente em geral não responde automaticamente qual se associa à ameaça vascular. Aqui, é a relação posterior entre metáfise e poplítea que decide.
Mesmo um pequeno desvio posterior pode obstruir o fluxo, e uma fratura que chega sem desvio pode ter sofrido deslocamento maior no instante do trauma. O exame vascular e sua reavaliação não dependem apenas da aparência da radiografia atual.
Outra lesão vizinha é a avulsão da tuberosidade: ali, o resumo destaca a recorrente tibial anterior e o sangramento no compartimento anterior. Não se deve trocar a lesão direta da poplítea na hiperextensão pelo mecanismo compartimental da tuberosidade.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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