Na fratura isolada da diáfise da ulna na criança, a manobra de redução, descrita por BLOUNT, consiste em aplicar uma força no sítio da fratura em
- varo e pressão com o polegar sobre o fragmento distal.
- valgo e pressão com o polegar sobre o fragmento distal.
- varo e pressão com o polegar sobre o fragmento proximal.
- valgo e pressão com o polegar sobre o fragmento proximal.
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Conceito-chave
A manobra de Blount para a ulna isolada combina força em valgo no foco e pressão do polegar no fragmento distal, como descrito no resumo da cobrança. A dificuldade vem do osso que não fraturou: ele mantém a relação de comprimento do conjunto e pode impedir que as pontas do outro se reencontrem com uma tração simples.
Na técnica apresentada, o osso íntegro funciona como uma alavanca. Primeiro se busca restabelecer o comprimento; depois, forças transversais permitem realinhar as extremidades. A indicação é uma fratura completa de um osso só, e não toda deformidade em galho verde. Não se deve misturar o nome da manobra com a regra de pronação/supinação de cada ápice.
Antes de chamar a lesão de isolada, examine a cabeça do rádio. Uma fratura ulnar por golpe direto pode realmente não ter lesão radioulnar, mas a associação com luxação da cabeça radial muda o diagnóstico para Monteggia. Uma boa correção da diáfise não substitui conferir essa relação articular.
Leia “Fratura de um osso só: cassetete, Blount e a Monteggia perdida”, na Biblioteca. Compare o papel do osso íntegro na redução com o cuidado de excluir uma lesão articular associada.
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