Na fratura da extremidade distal do rádio na criança, na deformidade em “baioneta reversa” frequentemente o fragmento proximal provoca lesão de
- nervo mediano.
- tendões flexores.
- tendões extensores.
- nervo sensitivo radial.
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Conceito-chave
Na baioneta do rádio distal, os fragmentos perderam o contato entre as pontas e cavalgam, com encurtamento. Para descobrir o tecido ameaçado, é preciso acompanhar a direção do fragmento distal e a ponta do fragmento proximal, que ocupam lados opostos do foco. O nome da deformidade, sem essa imagem espacial, pode induzir a uma justificativa invertida.
O resumo chama de baioneta reversa a baioneta volar, com ápice dorsal. Nesse padrão, o periósteo volar permanece íntegro e o dorsal se rompe. A ponta distal do fragmento proximal pode atravessar os tendões extensores como uma casa de botão, deixando-os afastados para os lados. Essa descrição está no corpo e na legenda independente da figura 8-2 do resumo (Rockwood e Wilkins, resumo do cap. 8, “O periósteo na baioneta e o que se interpõe”).
Compare com a baioneta dorsal, o padrão mais comum: o fragmento distal está dorsal, o ápice é volar, o periósteo dorsal fica íntegro e o volar se rompe. Se essa fratura não reduz, o tecido interposto costuma ser o periósteo volar ou o pronador quadrado; os flexores e as estruturas neurovasculares são interposições raras. Transferir esse risco anterior para a baioneta reversa troca os dois padrões.
A manga de periósteo íntegra pode ajudar a redução como banda de tensão, enquanto um tecido preso no foco a impede. Por isso a fratura que não reduz não deve ser entendida apenas como falta de força na manobra. Tentativas repetidas também aumentam o edema; quando o alinhamento é inaceitável e há interposição, o resumo discute redução aberta cuidadosa, preservando a fise.
Há divergência com a resposta oficial. A banca marcou flexores, alternativa B. Para a baioneta reversa definida no resumo, a estrutura frequentemente atravessada é o grupo extensor, alternativa C. O comentário mantém a letra oficial e explica a diferença, em vez de mudar a posição anatômica dos tendões para justificá-la. A edição do capítulo8 é catalogada como 9ª, mas o próprio resumo informa que essa identificação é provável.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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