A fratura da região distal do rádio na infância é mais comum no
- sexo feminino e lado dominante.
- sexo masculino e lado dominante.
- sexo feminino e lado não dominante.
- sexo masculino e lado não dominante.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O sexo masculino predomina, mas a fonte consultada e o gabarito discordam sobre o lado. O resumo informa maior acometimento do membro não dominante nos meninos; a banca assinalou masculino e dominante. A diferença precisa ser mantida explícita.
As fraturas do rádio distal se concentram no estirão pré-adolescente. O crescimento longitudinal mais rápido que a mineralização torna o osso temporariamente vulnerável; cortical metafisária fina e porosa também participa desse contexto. O predomínio masculino é atribuído no resumo sobretudo a comportamento e atividades de risco, sem que isso determine o risco de uma criança individual.
Esses dados orientam epidemiologia, não excluem a lesão em meninas ou no outro membro. Para resolver a alternativa, é preciso julgar separadamente sexo e lado, evitando defender um par completo só porque metade dele está correta.
Leia “Epidemiologia e quem se machuca”, na Biblioteca. Guarde a letra oficial acompanhada da ressalva de lateralidade e da informação realmente descrita pela fonte.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo